

Daydreams of a mind that vary between racional and insane. Dreams, fantasies, illusions and desires. My world, my life, my mind.

Tá. Agora eu sou egocêntrica, minha própria mãe comprovou isso ontem, lendo uma revista.
Ninguém é perfeito. U_U
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Eu sou aquela que observa sem perceber. Que parece distraída mas não é: trasnparece distração, mas pratica o "deixa quieto".
Simplesmente alguém que tem as palavras como fonte primária para a maioria das coisas. Que tem a escrita na alma, essa só libertando-se e indo para o papel, quando bem entende.
Leia-se: Só liberta-se em momentos inconvenientes.
Bruna Guermandi, 16.04.2008
Guerra, desinteresse e preconceito
Guerras para promover a paz, guerras em nome de Deus, guerras para exterminar o “mau” e deixar o “bem” reinar. Lutar pela paz. Contraditório, não? Se o que queremos é a paz, não seria melhor deixar de lutar e começar por aí? Sem mortes, sem lutas, sem desgraças. Logicamente que em uma guerra não há paz. Então como se conseguiria a paz através de guerras? Isso, na realidade, gera uma “bola de neve”: Todos nós queremos paz. Então iremos lutar por ela. Mas lutar contra quem, se todos querem a paz? Por que insistem em lutar uns contra os outros, sendo que na paz não há mortes, desgostos, choro nem tristeza? Então a paz completa é um ideal, no qual o homem nunca chegará. Mas pode chegar perto, se quiser.
Dois dos motivos mais marcantes para a falta de pacifismo no mundo é a desigualdade e o preconceito. Uma forma de exemplificar esse fato é falando sobre os países subdesenvolvidos. Não há meios de conseguir uma vida melhor nesses lugares sem a atenção mundial necessária, sem mostrar ao mundo a situação e a vida que têm os moradores desses países e para isso precisamos de ação, de denúncias.
Muito poucas pessoas se interessam por tal problema, por causa da falta de divulgação insistente e marcante da mídia. Preferem dar mais atenção e ênfase ao ganhador do Oscar do que às crianças que passam fome na África; fazem mais matérias sobre os campeonatos de futebol do que sobre as guerras que acontecem constantemente na Palestina; preferem acessar sites de pornografia a fazer parte de um abaixo assinado pela liberdade e PAZ no Tibet.
Não há meio de eliminar a desigualdade sem agirmos. As coisas não acontecem do nada. É como na gramática: Acontecimento é um substantivo abstrato. Sem o fazermos, não existe. Não adianta nada o mundo ficar intensamente preocupado com um incêndio em um dos prédios da Times Square, se no Iraque os prédios já estão no chão, derrubados por bombas. Ou preocupar-se também com a cotação do dólar, enquanto em Serra Leoa as pessoas não têm sequer um centavo para gastar com supérfluos.
Em verdade, é fato que a paz é um ideal e que o homem nunca a atingirá. Mas pode melhorar, apesar de parecer não estar interessado nisso. Sim, as pessoas querem a paz. Querem, mas não fazem nada, esperam que alguém o faça. Assim, o mundo continuará na mesma: lutas pela paz, desigualdade social, preconceitos, lutas pelo poder e o pior: o mundo tende a se acomodar cada vez mais com essa situação.
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Essa foi a minha primeira dissertação do ano. Tirei 8.5, justo.
A Vanessa que me inspirou a colocar esse texto aqui... Uma das formas que eu tenho para expressar o caos que eu vejo no mundo.
Bruna Guermandi, 21.04.2008
Foto escura, mas não quero clarear.
Comprei os DVD's de Dr. House *-*
As três primeiras temporadas completas... Quando chegar eu acho que surto. O.o
Tô com umas 5 tarefas pra fazer. E Sem vontade.
Mas até que a de matemática é legal...
E eu tô com raiva... Só porque é jogo do Cortinthians, mesmo tando na segundona, a globo passa de sábado à tarde. Como pode?
Tenho raiva de umas coisinhas... Tais coisinhas me irritam profundamente. Eu fico irritada, mas fico na minha. Não digo, não demonstro, não dou na cara... Mas pareço antipática, chata e em casos de extremo quesito "essa pessoa é legal até certo ponto", eu me sinto falsa.
E é incrível como essas coisas não significam nada na minha vida. Mas mesmo assim eu consigo me irritar.
Amanhã tem jogo do Palmeiras... E Eu vou ver o Valdívia carequinha! *-*
Ele tá lindão, pô. Tadinho... Não queria cortar.
Ontem eu vi duas amigas minhas de infência fumando, bebendo pinga e fazendo escândalo no meio da rua. E eu trabalhando, me divertindo no meio da correria ouvindo minhas musiquinhas queridas... Me veio um pensamento na cabeça: Foram elas ou eu que evoluíram? Sou eu que tô atrasada e errada em achar o que elas faziam totalmente desvalorizante ou elas é que tão certas em curtir a vida, acabar consigo mesmo porque a tal vida é curta?
Não sei... Não sei mesmo.
;*
Pra quem amo e prezo. Quem é sabe.
Bruna Guermandi, 10.05.2008