terça-feira, 20 de maio de 2008
And I love you, my sweet lord.
Cada dia eu tô desanimando das coisas. Hoje eu penso isso, mas com certeza amanhã vou pensar diferente.
Só queria poder ver o horizonte e ter certeza de algumas coisas... Só queria ter a confirmação de outras e saber de mais algumas.
Desanimar é o que eu menos quero, mas às vezes é inevitável...
Meus sonhos às vezes parecem tão distantes, tão impossíveis... Mas em outras vezes eu vejo que eu vou realizá-los e que apesar de tudo eu não tenho porquê não acreditar nisso.
Minha vida não é perfeita e tá um tanto longe do que eu quero que seja.
Sonho alto mas também ajo nas alturas. Semrpe tento fazer além do que posso, sempre quero mais.
Não sei se é ganância ou força de vontade, não sei se sou uma idiota sonhadora que tá se enganando. Bah, minha mãe me diz isso sempre. Mas eu discordo, brigo... E se eu faço isso é porque não pretendo desistir do que quero.
Um dia... Espero não me decepcionar quando não conseguir o que quero.
Dia chuvoso, dos que eu gosto. Nada de calor.
Mas hoje tô melancólica, pensativa e nostálgica.
Bruna Guermandi, 29.02.2008
My Prince
Tá com cara de dia curto, mas calmo e tranquilo... Ótimo pra deitar na rede, olhar pra natureza e refletir sobre as coisas... Dia bom pra parar e pensar... Ou apenas curtir e aproveitar o prazer de sentir o vento vir de encontro com o rosto, com a pele... Deixar o cabelo solto e vê-lo sendo remexido pela brisa.
A cada dia descubro algo sobre alguma coisa. Só que às vezes eu gostaria de não descobrir nada. O mistério é gostoso, mas o melhor e descobrir. Porém depois que se descobre o encanto é quebrado. E digo que isso acontece nas coisas mais simples da vida. Só algumas pessoas entenderiam o que eu quero dizer.
Bah, mas deixemos pra lá e aproveitemos o momento.
Bruna Guermandi, 01.03.2008
The Horizon
Não sei o porquê, mas sempre achei que o dia deveria ter mais horas. O dia é tão curto... A vida é tão curta... Mas eu não sei aproveita-la. Aliás; Não sei se sei aproveita-la. Não sei se ajo erroneamente, se faço o certo... Mas talvez não exista certo ou errado! Talvez existam conceitos diferentes... Talvez o que julgamos errado seja certo e o que julgamos certo seja errado... Mas não, não pode ser assim, não tem como... E quem pode me explicar isso? Existe alguém ou algo que possa esclarecer isso à mim, tirando esses pensamentos tolos e filosóficos da minha mente?
Penso que, às vezes, ser alienado é viver no paraíso da ignorância. Mesmo sendo ignorância e mesmo o paraíso não sendo provado e comprovado, ainda assim esses alienados vivem e não apenas existem.
Bruna Guermandi, 04.04.2008
My Sweet Words
Me sinto perdida em meio a esses pensamentos... Um pequeno detalhe, algumas palavras, um gesto, um ato, qualquer dessas pequenas coisas pode acertar algum ponto do coração aonde você guarda certas lembranças que, por mais que você não as tenha mais presentes, nunca serão esquecidas. Um pequeno gesto pode lhe fazer divagar sobre a vida, sobre o que você está fazendo da sua vida.
Tudo se torna muito estranho quando isso acontece... Vem uma vontade imensa de retomar algumas coisas que deixei de fazer, de conversar com pessoas que, de certa forma, abandonei.
Não é questão de arrependimento. É questão de pensamentos e dúvidas... Essas duvidas são a minha cruz. Uma cruz que eu carrego e sempre carregarei por toda a vida, tenho certeza. Insegurança? Talvez.
Bruna Guermandi, 14.04.2008
My soul is orange; empty power.
My soul is orange; empty power.
Tá. Agora eu sou egocêntrica, minha própria mãe comprovou isso ontem, lendo uma revista.
Ninguém é perfeito. U_U
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Eu sou aquela que observa sem perceber. Que parece distraída mas não é: trasnparece distração, mas pratica o "deixa quieto".
Simplesmente alguém que tem as palavras como fonte primária para a maioria das coisas. Que tem a escrita na alma, essa só libertando-se e indo para o papel, quando bem entende.
Leia-se: Só liberta-se em momentos inconvenientes.
Bruna Guermandi, 16.04.2008
Caos
Caos
Guerra, desinteresse e preconceito
Guerras para promover a paz, guerras em nome de Deus, guerras para exterminar o “mau” e deixar o “bem” reinar. Lutar pela paz. Contraditório, não? Se o que queremos é a paz, não seria melhor deixar de lutar e começar por aí? Sem mortes, sem lutas, sem desgraças. Logicamente que em uma guerra não há paz. Então como se conseguiria a paz através de guerras? Isso, na realidade, gera uma “bola de neve”: Todos nós queremos paz. Então iremos lutar por ela. Mas lutar contra quem, se todos querem a paz? Por que insistem em lutar uns contra os outros, sendo que na paz não há mortes, desgostos, choro nem tristeza? Então a paz completa é um ideal, no qual o homem nunca chegará. Mas pode chegar perto, se quiser.
Dois dos motivos mais marcantes para a falta de pacifismo no mundo é a desigualdade e o preconceito. Uma forma de exemplificar esse fato é falando sobre os países subdesenvolvidos. Não há meios de conseguir uma vida melhor nesses lugares sem a atenção mundial necessária, sem mostrar ao mundo a situação e a vida que têm os moradores desses países e para isso precisamos de ação, de denúncias.
Muito poucas pessoas se interessam por tal problema, por causa da falta de divulgação insistente e marcante da mídia. Preferem dar mais atenção e ênfase ao ganhador do Oscar do que às crianças que passam fome na África; fazem mais matérias sobre os campeonatos de futebol do que sobre as guerras que acontecem constantemente na Palestina; preferem acessar sites de pornografia a fazer parte de um abaixo assinado pela liberdade e PAZ no Tibet.
Não há meio de eliminar a desigualdade sem agirmos. As coisas não acontecem do nada. É como na gramática: Acontecimento é um substantivo abstrato. Sem o fazermos, não existe. Não adianta nada o mundo ficar intensamente preocupado com um incêndio em um dos prédios da Times Square, se no Iraque os prédios já estão no chão, derrubados por bombas. Ou preocupar-se também com a cotação do dólar, enquanto em Serra Leoa as pessoas não têm sequer um centavo para gastar com supérfluos.
Em verdade, é fato que a paz é um ideal e que o homem nunca a atingirá. Mas pode melhorar, apesar de parecer não estar interessado nisso. Sim, as pessoas querem a paz. Querem, mas não fazem nada, esperam que alguém o faça. Assim, o mundo continuará na mesma: lutas pela paz, desigualdade social, preconceitos, lutas pelo poder e o pior: o mundo tende a se acomodar cada vez mais com essa situação.
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Essa foi a minha primeira dissertação do ano. Tirei 8.5, justo.
A Vanessa que me inspirou a colocar esse texto aqui... Uma das formas que eu tenho para expressar o caos que eu vejo no mundo.
Bruna Guermandi, 21.04.2008
Eu, Je, I, Io. It's so simple.
Eu odeio gente futil demais, legal demais, gente boa demais, simpática demais, passiva demais, sorridente demais, efusiva demais. Isso me irrita.
Bruna Guermandi, 25.04.2008
Estação da Luz - SP
-Legal, esse é o ciclo do boomerang.
¬¬*
Coisas estranhas acontecem. Coisas inadmissíveis acontecem. Coisas bárbaras acontecem. Coisas inaceitáveis acontecem. Injustiças acontecem. Crimes são cometidos, leis são infringidas, mentiras são contadas, caras e bocas são encenadas, crianças são mortas, assassinos inocentados, inocentes condenados, atentados planejados, falsidades apresentadas, dinheiro corrompendo.
E nada é feito.
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Eu sofro com a dor do mundo
^^
Bruna Guermandi, 01.05.2008
Escuro O.o
Escuro O.o
Foto escura, mas não quero clarear.
Comprei os DVD's de Dr. House *-*
As três primeiras temporadas completas... Quando chegar eu acho que surto. O.o
Tô com umas 5 tarefas pra fazer. E Sem vontade.
Mas até que a de matemática é legal...
E eu tô com raiva... Só porque é jogo do Cortinthians, mesmo tando na segundona, a globo passa de sábado à tarde. Como pode?
Tenho raiva de umas coisinhas... Tais coisinhas me irritam profundamente. Eu fico irritada, mas fico na minha. Não digo, não demonstro, não dou na cara... Mas pareço antipática, chata e em casos de extremo quesito "essa pessoa é legal até certo ponto", eu me sinto falsa.
E é incrível como essas coisas não significam nada na minha vida. Mas mesmo assim eu consigo me irritar.
Amanhã tem jogo do Palmeiras... E Eu vou ver o Valdívia carequinha! *-*
Ele tá lindão, pô. Tadinho... Não queria cortar.
Ontem eu vi duas amigas minhas de infência fumando, bebendo pinga e fazendo escândalo no meio da rua. E eu trabalhando, me divertindo no meio da correria ouvindo minhas musiquinhas queridas... Me veio um pensamento na cabeça: Foram elas ou eu que evoluíram? Sou eu que tô atrasada e errada em achar o que elas faziam totalmente desvalorizante ou elas é que tão certas em curtir a vida, acabar consigo mesmo porque a tal vida é curta?
Não sei... Não sei mesmo.
;*
Pra quem amo e prezo. Quem é sabe.
Bruna Guermandi, 10.05.2008
My Mind and Me
Uma delas me ensina sobre a vida. Me dá exemplos, me conta coisas e me faz contar coisas que eu nunca contaria à ninguém. A outra me ensina silenciosamente sobre sentimentos. Sobre a simplicidade dos mesmo... Sobre a inocência e a sensibilidade que se pode existir em um mundo ou situação propícios para qualquer forma de pseudo-ilegalidades. Um mundo onde, se você não souber viver, pode ser hipnotizado por algo menos "correto".
A primeira me dá esperanças de algo, me abre caminhos, me faz perguntas as quais eu nunca tinha pensado e ao mesmo tempo me mostra o quão vasto é o mundo. Já me fez rir, já me fez chorar.
A segunda me faz rir, me faz aprender, me faz repensar nos meus valores. Mesmo inconscientemente, me mostra esses valores os quais tenho muito orgulho de carregar comigo.
Eu não sei se acrescento algo na vida dessas duas pessoas; tomara que sim. Mas eu sou muito grata à elas. E isso me ensinou que, mesmo existindo um distância entre as pessoas, o elo é o mesmo. Maior, mas com a mesma força terna e gostosa de se saber que existe.
^^
Bruna Guermandi, 11.05.2008
"Não bater a porta"
Mas é verdade! Tudo tem relação com tudo. Coisa doida.
Eu mudei. Mudei muito em pouco tempo... Às vezes leio coisas que escrevi há alguns meses e me surpreendo com a minha falta de noção. Olho pra trás e vejo o quanto eu poderia ter aprendido, mas sempre pensei que o que eu fazia era o suficiente. Olho pros dias de hoje e vejo que eu sempre estive errada quanto a isso.
E fazer o quê? Nada.
Só espero que, tudo o que esteje fazendo e me esforçando nos dias de hoje, reflita em um futuro desejado. Se isso não acontecer, eu irei parar e dizer, deixando todo o meu orgulho del ado: "Eles estavam certos e eu errada."
Bruna Guermandi, 17.05.2008
